segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Capítulo 7

Olá pessoas lindas que visitam e curtem meu blog. A história de hoje é mais uma de infância, mas esta se passa na praia de Ubatuba. Como de costume, meus pais quiseram ir para a praia no começo do ano. Eu e meu irmão não tínhamos opção de escolha, então, fomos também. É tão divertido viajar com os pais, sempre aquele tédio. O legal é a parte que eles te bancam em tudo, coisa que não acontece mais depois que você vira adulto. Enfim, a família buscapé foi à praia. Durante a viagem, foi tudo muito bem, aquele enjôo básico do qual eu sempre sofri em longas viagens, mas nada fora do normal. Na praia, meu irmão, que ainda não levava uma vida saudável, tomava uns dez sorvetes por dia, sem brincadeira, ele não podia ver um carinha de sorvete. Mais uns dois milhos cozidos, uns três pasteis e muito refrigerante. Sim! Ele detonava nas porcarias. Hoje, ele é neurótico, mas o passado o condena. Mais tarde fomos brincar na água, estávamos na beirada, que era onde minha mãe deixava a gente ficar, quando meu irmão, sempre inteligente, pisou em um arame. Tadinho! A culpa foi de algum animal que deixou um pedaço de arame na areia, mas ele não viu e se machucou. Ele colocou a boca no mundo, meu pai o levou no colo até a casa que era praticamente na areia. Meu irmão ficou o resto dos dias de molho na casa de praia, e adivinha quem ficava cuidando dele? Sim! Obvio que iria sobrar para a minha pessoa.

Bom, as férias acabaram e chegou a hora de voltar para o lar doce lar. Quando começamos subir a Serra, aquela pequena parte da estrada que fica virando em círculos, meu irmão ficou com fome. Minha mãe, sempre prestativa, teve a brilhante ideia de comprar um cacho de bananas. Claro! Super nutritivo, além de matar a fome era saudável. Meu pai subia a serra e meu irmão comia as bananas no banco de trás. Aquilo era volta em cima de volta e ele comendo banana. Aquilo revirou tudo, ele vomitou no banco de trás inteiro. Devia, pelo menos, ter avisado que estava com ânsia para parar o carro. É muito Inteligente! E o pior, eu estava do lado dele. Foi o tempo de grudar no encosto do banco do passageiro e ficar em pé. Paramos o carro no acostamento e meu pai, muito feliz com toda essa situação, ficou bravo e começou a reclamar. Minha mãe limpou tudo e jogou uma toalha por cima. E por fim, seguimos viagem para casa, mas com os vidros do carro abaixados. Com isso, aprendemos a lição de viajar só com dramin. Infelizmente, essa família sofre com viagens muito longas. Mas está bom, não é! Espero que todos tenham gostado dessa história de férias. Mesmo com esses pequenos probleminhas nos divertimos muito. E o mais importante, sempre juntos. Porque afinal, família é a maior riqueza que podemos ter.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Capítulo 6

Olá pessoas que visitam o meu blog, vamos para mais um capítulo da minha vida? Escolhi uma história que se passou há um bom tempo atrás. Era 1995, eu tinha oito anos de idade. Meu pai, sempre fissurado por carros, comprou um Kadett Sport branco zero quilômetros, para ele era “O Carro”. Nossa, ele ficou louco, ficava olhando o carro o dia inteiro. Então, para comemorar a nova aquisição, fomos a uma petiscaria famosa na cidade, acredito que era a única que tinha em Lençóis Paulista na época. Estava tudo muito bom e divertido, que mentira, passeios familiares são sempre uma tragédia, principalmente porque você é obrigado a ir, já que é um pivete e sua opinião não importa para nada. Eu estava com muita fome, comi muito e fiquei muito cheia. Depois de muita insistência para ir embora, porque os pais, definitivamente, não tem limites, eles querem ficar nos lugares mesmo estando um tédio. Bom, fomos embora, entramos no carro novo e ficamos dando voltinhas. Meu pai queria mostrar que estava de carro novo, é claro.
Foi então que tudo começou, aquele cheiro de carro novo, que todo mundo adora menos eu, aquilo da ânsia, é horrível! Enfim, o aroma começou a me enjoar, e não se esqueçam da barriga cheia de casquinha de siri, nossa aquilo é uma delicia, com um limãozinho então, é sucesso total. Mas voltando, Aquilo tudo foi revirando no meu estômago, revirando e revirando. Aquele cheiro de carro novo que não tinha fim e as voltinhas pela cidade, tudo isso junto acabou em problema. Minha respiração acelerou e a saliva foi dominando a boca toda. Eu ainda tentei falar para minha mãe que eu estava passando mal, mas ela disse que a gente já ia embora. Bom, vocês já sabem não é? Lavei o carro inteiro, novinho! Meu pai ficou tão feliz, ele transparecia alegria. Meu irmão quase pulou pela janela de tanto nojo. Poxa vida! É tão normal passar mal. Chegamos em casa e meu pai gritava comigo, ele ficou muito bravo, nossa, só falto me colocar para fora de casa. Porque é claro, o carro sempre foi mais importante para ele. Se eu estava passando mal o problema era meu, bom até hoje é assim, não ligo mais. Coitada da minha mãe teve que limpar tudo, eu ajudei sim! Meio surda, porque escutei tanto grito que estava surda a essa altura do campeonato. Bom, é isso ai gente, espero que tenham gostado e semana que vem tem mais um capítulo da minha vida para vocês.

domingo, 11 de setembro de 2011

Capítulo 5

Olá pessoas que curtem meu blog, vamos para mais uma parte da minha vida? Bom, para dar continuidade, vou falar mais uma de infância. Tenho certeza que a maioria já viveu esse meu drama, quem nunca quis ter um cachorrinho? Porque todas as suas amiguinhas da escola tinham e você também queria. Pois é, bem por ai mesmo não é? Tudo começou quando eu queria um animalzinho de estimação. Assim, peixes são muito toscos e chatos, pássaros eu tenho pavor, um pônei não dava. Então, era um gato ou um cachorro. Não tenho nada contra gatos, mas sou mais os cães. Não sei, gatos são muito independentes, egoístas e só aparecem quando querem comida ou que você fique coçando as costas dele. Sem falar quando ele crava aquelas unhas fininhas na sua perna. O bichinho chato! Não que eu seja a favor de maltrato aos animais, odeio e recrimino totalmente, mas é que eu não sou muito fã, é tipo, eu aqui e ele lá.
Enfim, como qualquer criança normal, fui pedir um animal para os meus pais. Chorei, fiz um drama básico e ela decidiu que iria me dar um. Ai se arrependimento matasse, estaria morta e enterrada agora. No outro dia minha mãe chega com uma caixinha com uns furinhos, era o meu bichinho. Fiquei tão feliz, agora eu também teria um animal de estimação, iria brincar com ele, alimentar, conversar, seria tudo. Abri a caixa e eis que pula um gato preto, detalhe, criado já. Poxa! Eu estava esperando encontrar um filhotinho fofinho e carinhoso. Que presente mais estranho era esse, um gato preto adulto? Era alguma macumba? Por isso, não me julguem, se eu tenho distúrbios mentais hoje, vocês já podem imaginar de onde vem né, genética! Não por nada sabe, mas eu tinha medo do gato, ele era bravo e me arranhava. Acho que é por isso que não gosto muito de gatos, trauma de infância. Eu o deixava na garagem e entrava correndo pra por comida e água, brincar com o bichano nem pensar, ele era totalmente demoníaco, fora os miados feios do bicho. Meu irmão para ajudar, nem chegava perto Apoio a gente vê por aqui! Eu fiquei muito depressiva e, graças a Deus, minha mãe percebeu que aquilo não era animal de estimação para uma criança. Alguns dias depois, ela devolveu o felino e voltamos a ser uma família normal e feliz. Normal? Acho que nunca fomos. Bom, espero que vocês gostem desta história, foi um dos meus primeiros traumas de infância. Quando seus pais não raciocinam muito bem, você provavelmente terá problemas mentais no futuro, é o meu caso. Se hoje eu não sou normal devo muito aos meus pais. Obrigada família!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Capítulo 4

Olá pessoas que visitam meu blog. Vamos para mais um conto verídico da minha cômica vida? Bom, essa história de hoje eu pensei muito para postar, porque sério, sinto vergonha de mim por isso. Foi um dos momentos mais humilhantes da minha vida, para vocês terem ideia de como eu comecei a ser humilhada desde cedo. Este fato ocorreu quando eu estava na primeira série, apenas sete anos de idade e já era lerda. Tenho certeza que foi a batida de cabeça, segundo minha, mãe cai três vezes do berço. Mas como as batidas de cabeça não importam agora, vamos ao que interessa.
A primeira série estava chegando ao fim, fomos obrigados a fazer uma peça de teatro, sabem como é né, as professoras adoram inventar. Sabe aquelas historinhas bem úteis que não acrescentam nada na sua vida, pois é, dessas aí mesmo.  Os seus pais são convidados a irem até escola para presenciar você bancando a ridícula e tudo mais que possa acabar com a sua vida desde cedo e para sempre. Então, foi bem assim que tudo aconteceu, foram vários ensaios e a peça era alguma coisa da cigarrinha, não me lembro do nome. Peça maldita! Jamais esquecerei isso.   
Enfim, estava tudo pronto para o grande dia. A escola estava lotada de pais e idiotas que foram lá perder tempo assistindo um bando de pivetes com roupas vergonhosas de animais. Ah! Eu era a flor, estava me achando naquela fantasia “linda” que a professora fez. E sempre tem aquele seu parente, muito legal e conveniente, que quer filmar tudo né! Na minha família não era diferente. Bom, a peça começou e estava tudo lindo e perfeito. Aí as borboletas apareceram e meu irmão gritou da plateia: Olha a borboleta! Não contente ele gritou mais uma vez: Olha a borboleta mãe! O teatro continuou e ninguém percebeu que o anormal gritou. Eis que chega a minha vez, é claro. Sim! Eu errei a fala no meio, ai não contende eu parei, voltei e comecei tudo de novo.
Bom, na segunda deu certo pelo menos. Eu juro que eu não sei até hoje como isso foi acontecer, porque graças a isso, até hoje eu sei a minha fala “você não será ninguém cigarrinha se não souber ler e escrever. Acorda menina!”. Para vocês verem como foi marcante na minha vida, essa frase infernal não sai da minha cabeça e isso já faz dezessete anos. Até hoje minha família tira sarro de mim por isso, juro mesmo é humilhante. Mas é isso aí né pessoas. E o pior é que se já não bastasse o que eu sou obrigada a ouvir, ainda tem uma fita de vídeo com a infeliz cena. Olha que tudo! Espero que tenham gostado dessa historinha horrível da minha doce infância. E olha que esse episódio eu nem precisei da ajuda do meu irmão para me ferrar, sou tão inteligente que consegui essa proeza sozinha. Eu merecia um troféu mesmo né!

domingo, 28 de agosto de 2011

Capítulo 3

Olá pessoas que acompanham o meu blog, espero que estejam gostando. E lá vamos nós para mais um capítulo dessa vida que parece uma comédia, mas não é. O pior de tudo é que as histórias são reais, fatos da minha conturbada vida de irmã mais velha. Mas não uma irmã mais velha qualquer, porque ser irmã do meu querido irmão é o que faz minha vida ser assim, de cabeça para baixo. A história de hoje é mais uma de infância, foi quando eu tentei dar o troco no meu irmão, mas como tudo parece sempre convergir para o meu insucesso, aqui estamos nós, lascada mais uma vez. Bom, tudo começou em uma bela manha ensolarada, era férias escolas, aquela época que sua empregada tem vontade de arrancar os cabelos e sumir para não ter que aturar os pestes em casa. Pois é, em casa também era assim. O duro de quando se é criança é que todo mundo adora ir para a escola, acho que é a única fase que as pessoas gostam de estudar, ou eu era retardada desde cedo já. 

Enfim, não tinha nada para fazer e eu decidi comer uma manga, quando acabei, fiquei olhando para aquele caroço laranja e felpudo em minhas mãos. Achei tão fofo! Foi então, que surgiu a brilhante ideia. Agora seria a minha chance de pregar uma peça naquele moleque. Peguei o meu lindo caroço e desci saltitante a escada de casa. No banheiro da área de serviço, que só a empregada usava, eu enchi a pia de água e joguei o caroço lá dentro. Ficou perfeito! Parecia um peixão. Aí eu subi correndo, toda contente com minha brilhante imaginação e chamei e meu irmão. Falei que eu tinha um segredo, mas que não podia contar para ninguém.

Nossa! Ele ficou muito curioso. Judiação. Então, contei que tinha achado um peixe. Claro, muito simples achar peixes voando por aí. Mas, voltando, contei do peixe e ainda falei que estava mantendo o animal escondido para meus pais não ficarem bravos. Foi engraçado isso, meu irmão era muito pequeno, devia ter uns três anos. Descemos correndo e ele ficou olhando o “peixe” nadar na pia, ele tinha medo de passar a mão no pobre e indefeso animal que estava dentro da pia. O episódio se seguiu durante alguns dias, até que como sempre, ele muito legal, desde pequeno, foi e contou tudo para minha mãe e eu já entrei no fumo, só para variar um pouco também.

Mas foi engraçado ele com medo de por a mão no “peixe”. Pelo menos me vinguei por alguns dias dele. Mas é isso ai pessoal, espero que tenham gostado desse capitulo do meu diário. Muitas histórias boas ainda estão por vir. Continuem visitando o blog e eu volto na semana que vem. Beijos.

domingo, 21 de agosto de 2011

Capítulo 2

Vamos para mais um capitulo da minha difícil vida de irmã mais velha. Escolhi uma história antiga, espero que gostem. Era um sábado à noite, meus pais decidiram comer fora e, então, fomos a uma pastelaria que tinha na cidade. Na verdade mesmo, a pior parte de ser criança é você ser obrigado a ir onde seus pais querem, porque afinal de contas, você não tem carta ainda, muito menos carro e tem que obedecer e ponto. E isso é um saco! Bom, voltando a história, estava tudo perfeito e agradável, e é obvio que a noite não acabou assim. É claro que não.
Depois de comer, eu e meu irmão decidimos brincar de apostar corrida, na época eu ganhava dele em tudo, o que não acontece hoje em dia, pois ele é mais rápido e muito mais forte do que eu. Enfim, estávamos lá, parecendo dois idiotas correndo de um lado para o outro, e eu estava ganhando. A noite poderia ter ficado assim, calma e tranquila, mas não! O asno tinha que tropeçar e pranchar o beiço no chão. Sim! O esperto tacou a boca na sarjeta e aquilo foi sangue para todo lado e correria. Meus pais o pegaram e levaram para o banheiro para lavar aquilo tudo. O sangue estancou e fomos para casa.
No outro dia, como costume de domingo, fomos almoçar na vovó, só para variar um pouquinho. Enfim, conversa vai, conversa vem e minha tia reparou que meu irmão estava sem os dentes da frente. Minha mãe quase teve uma parada cardiorrespiratória e o alvoroço começou novamente. Meus pais o levaram na mesma hora no dentista, e foi diagnosticado que os dois dentes da frente tinham sido empurrados para dentro com a batida. Muito esperto, não?! Mas o dentista deu um jeito e puxou para baixo e ficou tudo de boa novamente.
Mas se você está pensando que não sobrou para mim, se enganou. Adivinha para quem sobrou a culpa? Sério, juro, para mim. Meu pai teve a capacidade de falar que eu empurrei o coitadinho. Cômico não? Também achei. Até hoje quando ele conta essa história, ele tem coragem de falar que foi tudo culpa minha, que eu fiz de propósito. É minha gente, não é mole não. Pensa que é fácil essa vida de irmã mais velha? E o pior é que o legal do meu irmão sabe que é mentira e nunca desmentiu, nunca disse: A culpa não foi dela pai, eu cai porque sou burro mesmo. Bom, fazer o que, né!? Já me acostumei, estou sempre errada e a culpa é sempre minha. Mas é isso ai pessoal, vou ficando por aqui, senão esse capítulo vai ficar muito extenso e cansativo. Espero que gostem e aguarde os próximos episódios desse diário.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Capítulo 1


Ter um irmão é algo muito legal, você sempre terá a companhia dele e ele estará lá para quando você precisar, não é? Não! Cai na real, ele odeia sua presença e irá te zombar sempre que tiver uma boa oportunidade, tá bom, não precisa nem ser tão boa assim, irá te zoar toda hora, principalmente quando estiver na presença dos amigos. Eu e meu irmão temos cinco anos de diferença e desde quando ele nasceu às atenções se voltaram para ele, era o bebe lindo e todos babavam. Sim! Você teve o seu brilho ofuscado e não era mais a princesinha da mamãe e do papai. Ele destruiu todos os seus brinquedos, pois você era obrigada a dar todos os seus brinquedos para o peste estragar. É, comigo foi assim também, o anjo acabou com tudo.

Com o passar dos anos as coisas não mudaram muito. Como, por exemplo, a obrigação levar e buscar nos lugares, além de que também não podemos esquecer aquela pressão psicológica caso eu me negasse a fazer o que ele queria, maldita psicologia reversa. Eu tinha que levar a galerinha dar voltinha, buscava na casa dos amiguinhos e tudo mais o que uma irmã mais velha é obrigada a fazer. Quando a tão esperada e desejada carta chegou, pensei que as coisas fossem melhorar. Que ingenuidade.

Hoje em dia frequentamos praticamente os mesmos lugares e eu sou sempre humilhada na frente dos amiguinhos dele. Como se já não bastasse ser motivo de chacota do imbecil, agora os amiguinhos também me zoam. Ele é daqueles que não bebem e são super certinhos, o que é um saco, porque para ele eu estou sempre bêbada, até mesmo quando nem bebi nada. Outra coisa muito legal é que nunca nenhum garoto pode te paquerar, é isso mesmo, não posso ter paqueras porque ele fica lá te olhando com aquela cara de censura, mas ele não, ele pode tudo, o garanhão. É incrível como ele parece ter um radar, sempre sabe onde estou.

Não sou modelo para ninguém copiar, acredito que cada um tem que descobrir seu próprio caminho e como todo mundo, eu também erro e para o meu irmão mais novo isso é um pecado. É praticamente assim,  vivo fazendo de tudo para ele, ajudo escolher a roupa, preparo a comida que ele gosta, faço todas as vontades e caprichos, mas parece nunca ser o suficiente. Ô fase difícil. “Aborrecentes”, é isso mesmo!  Vem de adolescente o termo, ele já passou dessa idade, mas falam que os homens demoram mais para amadurecer, não é? Então acho que ele deve ter uma idade mental de 15 anos. Não são fáceis de lidar e eu vou vivendo meus dias conturbados e engraçados, porque apesar das diferenças ele é tudo para mim e nossos amigos adoram nos ver discutir, tá bom! Brigamos de mentirinha e a galera se diverte a cada nova discussão.

 Para quem acha que conviver com o garoto é fácil, vem aqui no meu lugar. A dica é: você sempre estará errada e será zoada por tudo que fizer. Mas não troco ele por nada nesse mundo viu, ele é parte de mim e eu não seria metade do que sou sem ele, fazer o que? Se não pode vence-lo junte-se a ele. Vou ficando por aqui, aguardem pelos próximos capítulos do diário da irmã mais velha.