Olá pessoas lindas que visitam e curtem meu blog. A história de hoje é mais uma de infância, mas esta se passa na praia de Ubatuba. Como de costume, meus pais quiseram ir para a praia no começo do ano. Eu e meu irmão não tínhamos opção de escolha, então, fomos também. É tão divertido viajar com os pais, sempre aquele tédio. O legal é a parte que eles te bancam em tudo, coisa que não acontece mais depois que você vira adulto. Enfim, a família buscapé foi à praia. Durante a viagem, foi tudo muito bem, aquele enjôo básico do qual eu sempre sofri em longas viagens, mas nada fora do normal. Na praia, meu irmão, que ainda não levava uma vida saudável, tomava uns dez sorvetes por dia, sem brincadeira, ele não podia ver um carinha de sorvete. Mais uns dois milhos cozidos, uns três pasteis e muito refrigerante. Sim! Ele detonava nas porcarias. Hoje, ele é neurótico, mas o passado o condena. Mais tarde fomos brincar na água, estávamos na beirada, que era onde minha mãe deixava a gente ficar, quando meu irmão, sempre inteligente, pisou em um arame. Tadinho! A culpa foi de algum animal que deixou um pedaço de arame na areia, mas ele não viu e se machucou. Ele colocou a boca no mundo, meu pai o levou no colo até a casa que era praticamente na areia. Meu irmão ficou o resto dos dias de molho na casa de praia, e adivinha quem ficava cuidando dele? Sim! Obvio que iria sobrar para a minha pessoa.
Bom, as férias acabaram e chegou a hora de voltar para o lar doce lar. Quando começamos subir a Serra, aquela pequena parte da estrada que fica virando em círculos, meu irmão ficou com fome. Minha mãe, sempre prestativa, teve a brilhante ideia de comprar um cacho de bananas. Claro! Super nutritivo, além de matar a fome era saudável. Meu pai subia a serra e meu irmão comia as bananas no banco de trás. Aquilo era volta em cima de volta e ele comendo banana. Aquilo revirou tudo, ele vomitou no banco de trás inteiro. Devia, pelo menos, ter avisado que estava com ânsia para parar o carro. É muito Inteligente! E o pior, eu estava do lado dele. Foi o tempo de grudar no encosto do banco do passageiro e ficar em pé. Paramos o carro no acostamento e meu pai, muito feliz com toda essa situação, ficou bravo e começou a reclamar. Minha mãe limpou tudo e jogou uma toalha por cima. E por fim, seguimos viagem para casa, mas com os vidros do carro abaixados. Com isso, aprendemos a lição de viajar só com dramin. Infelizmente, essa família sofre com viagens muito longas. Mas está bom, não é! Espero que todos tenham gostado dessa história de férias. Mesmo com esses pequenos probleminhas nos divertimos muito. E o mais importante, sempre juntos. Porque afinal, família é a maior riqueza que podemos ter.
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