domingo, 11 de setembro de 2011

Capítulo 5

Olá pessoas que curtem meu blog, vamos para mais uma parte da minha vida? Bom, para dar continuidade, vou falar mais uma de infância. Tenho certeza que a maioria já viveu esse meu drama, quem nunca quis ter um cachorrinho? Porque todas as suas amiguinhas da escola tinham e você também queria. Pois é, bem por ai mesmo não é? Tudo começou quando eu queria um animalzinho de estimação. Assim, peixes são muito toscos e chatos, pássaros eu tenho pavor, um pônei não dava. Então, era um gato ou um cachorro. Não tenho nada contra gatos, mas sou mais os cães. Não sei, gatos são muito independentes, egoístas e só aparecem quando querem comida ou que você fique coçando as costas dele. Sem falar quando ele crava aquelas unhas fininhas na sua perna. O bichinho chato! Não que eu seja a favor de maltrato aos animais, odeio e recrimino totalmente, mas é que eu não sou muito fã, é tipo, eu aqui e ele lá.
Enfim, como qualquer criança normal, fui pedir um animal para os meus pais. Chorei, fiz um drama básico e ela decidiu que iria me dar um. Ai se arrependimento matasse, estaria morta e enterrada agora. No outro dia minha mãe chega com uma caixinha com uns furinhos, era o meu bichinho. Fiquei tão feliz, agora eu também teria um animal de estimação, iria brincar com ele, alimentar, conversar, seria tudo. Abri a caixa e eis que pula um gato preto, detalhe, criado já. Poxa! Eu estava esperando encontrar um filhotinho fofinho e carinhoso. Que presente mais estranho era esse, um gato preto adulto? Era alguma macumba? Por isso, não me julguem, se eu tenho distúrbios mentais hoje, vocês já podem imaginar de onde vem né, genética! Não por nada sabe, mas eu tinha medo do gato, ele era bravo e me arranhava. Acho que é por isso que não gosto muito de gatos, trauma de infância. Eu o deixava na garagem e entrava correndo pra por comida e água, brincar com o bichano nem pensar, ele era totalmente demoníaco, fora os miados feios do bicho. Meu irmão para ajudar, nem chegava perto Apoio a gente vê por aqui! Eu fiquei muito depressiva e, graças a Deus, minha mãe percebeu que aquilo não era animal de estimação para uma criança. Alguns dias depois, ela devolveu o felino e voltamos a ser uma família normal e feliz. Normal? Acho que nunca fomos. Bom, espero que vocês gostem desta história, foi um dos meus primeiros traumas de infância. Quando seus pais não raciocinam muito bem, você provavelmente terá problemas mentais no futuro, é o meu caso. Se hoje eu não sou normal devo muito aos meus pais. Obrigada família!

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